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Meu lado mulher

Meu lado mulher Meu lado mulher se incomoda em receber mensagens apenas um dia por ano (8 de março), enquanto que meu lado homem se enche com 364 dias. Talvez seja necessária esta efeméride, dor recente de uma antiga cicatriz. Porque se vive numa sociedade machista: matrimônio, o cuidado do lar; patrimônio, o domínio sobre os bens. O marido possui o carro, a casa e a mulher, que inclusive, em alguns países, incorpora o sobrenome da família dele. Ele exige que limpe a casa todo dia. Manda o carro para a oficina ao menor defeito. À mulher, ser multifacetado, cabe o dever de cuidar da casa, dos filhos, das compras e do bom humor do marido, que nem sempre se lembra de cuidar dela. Meu lado mulher nunca viu o marido gritar com o carro, ameaçá-lo ou agredi-lo. Enquanto nem ela é sempre tratada com tanto respeito. Na Igreja Católica os homens têm acesso aos sete sacramentos. Podem até ser ordenados sacerdotes e, mais adiante, obter dispensa do ministério e contrair matrimônio. As mulheres,...

Voluntário

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza esta sábado, dia 26, e domingo, dia 27, o curso do PSV ( Programa de Seleção para Novos Voluntários ), no Sindicato do Comerciário na Avenida General Osório nº129/130, Centro, em João Pessoa. O que é preciso para ser voluntário do CVV? Ter disposição para ouvir desabafo e acreditar nos recursos próprios que cada indivíduo possui para resolver seus problemas; ter, no mínimo, cinco horas disponíveis por semana para dedicar ao CVV ou melhor, às pessoas que lhe procuram; passar por um processo de seleção através de um curso e de um estágio. Chamado PSV. Quem tiver interesse deve entrar em contato através de nosso telefone 083.224-4111. O CVV é uma instituição filantrópica, fundada no Brasil em 1962, mantém intercâmbio intenso com similares de outros países, onde atualmente possuem mais de 50 pontos de atendimento em diversas cidades brasileiras, com mais de 2000 voluntários, desvinculada de religião e de política, que tem como principal objetiv...

Memória sertaneja

Realmente tenho que tirar o chapéu para o seu Blog, às vezes aparecem por aqui coisas que a gente nem lembrava mais, mas porém, graças ao milagre da memória a gente reconhece certas coisas que já estavam sepultadas no longíquo passado, como é o caso da Música Lumiô Lumiô (Irmãs Cavalcante), que já ouvi há muuuuuuitos anos e nem sabia quem cantava. Naturalmente isso se deu nos bons tempos dos Programas do Moraes César, pela Rádio Brasil Central de Goiania. Moraes César, mineiro, radicado em Goiania, falecido no final de l983, o maior expoente da Música Sertaneja em Goiás, inclusive detentor da maior discoteca em matéria de variedades do centro-oeste brasileiro. Depois de sua morte, onde foi parar sua discote4ca? Talvez só mesmo Alá é que poderá saber. No + abraços do caboclão Edmilson, e continue assim, postando coisas que desafiam nossa memória.

o caboclão

o caboclão : "Saudações caipiras, Olá tudo bem, foi com muita satisfação, que eu falo de tudo de mim, nestes verdadeiros arquivos de saudade, que me fez voltar ao passado lá na década de 70, quando no auge da minha humilde infância (Pobrezinho lá na roça) me enveredava nos atalhos e percorria todos os dias da semana cerca de 8 km a pé no meio da noite para ouvir programas de rádio como eu já disse por ser tão pobre meus pais não podia comprar um simples rádio de pilha. Foi assim que me apaixonei pelo rádio e pela verdadeira musica Sertaneja. Precisamente no ano de 1979 deixei o sertão que amo enfim tentar a sorte na cidade por alguns anos perdi o contato com as minhas raízes, mais quis o destino que em pouco tempo retornei as origens sertanejas tentei fazer duplas, tentei por alguns anos, mais por motivo de força maior desisti e tentei novos caminhos como radialista. Hoje sou folclorista e pesquisador da nossa musica sertaneja raiz, atualmente apresento um programa da música serta...

o caboclão

o caboclão : "Os meus amigos são mais uma estrela em nosso coração. Nascer, crescer e desenvolver todas as capacidades é o que se espera de todos evidentemente, para cada um, o nascimento acontece em épocas diferentes e em situações diferenciadas: adversas ou privilegiadas. Às vezes, o desenvolvimento do ser é dificil e, em outras ocasiões, o desabrochar para a vida se apresenta mais amadurecido."